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Em nota, partido lamenta a morte de Hélio Anísio, militante do PCB/PPS Nota sobre falecimento de Hélio Anisio O Diretório Nacional do PPS perdeu, no último dia 14, na cidade do Rio de Janeiro, um de seus militantes históricos, o coronel-aviador da reserva Hélio Castro Alves Anísio. Nascido em 1924, em Santa Maria/RS, foi cadete entre 1943 e 1945, piloto do Correio Aéreo Nacional, fez o curso de Estado-Maior da Aeronáutica, atuou em várias unidades, como as bases aéreas de Belém, Recife e do Galeão. Ingressou no PCB durante a campanha do “petróleo é nosso”, na qual teve grande atuação. Ele integrou a organização de base dos militares comunistas das forças armadas, em rigorosa clandestinidade, durante dezenas de anos. Foi ajudante-de-ordem do presidente interino Nereu Ramos, entre novembro de 1955 e janeiro de 1956, sendo cassado pelo regime militar de 1964, logo na primeira turma, quando retornava da Europa, pilotando um C-54. Junto com o brigadeiro Francisco Teixeira e outros militares fundou, em 1979, a Associação Democrática e Nacionalista de Militares - ADNAM, da qual chegou a presidente. Participou de várias campanhas de expressão nacional, como as das posses de JK (1955) e João Goulart (1961), e das lutas contra as tentativas de golpes de Araguaia e de Aragarças, em fins dos anos 1950. Foi um dos militantes mais ativos e disciplinados do PCB/PPS, sendo um dos seus dirigentes nacionais desde 1992, atraindo amizades e o respeito de seus companheiros, de farda e de Partido, configurando uma sentida perda seu desaparecimento. Transmitimos os nossos mais fraternos sentimentos de pesar à família enlutada, a qual convida parentes e amigos para a missa de sétimo dia, que será celebrada no dia 28, quarta-feira, às 18h30m, na igreja de Santa Mônica, no bairro carioca do Leblon. Roberto Freire Presidente do PPS
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